quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Hoje fui a pessoa mais intrometida que eu ja fui na vida.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

É bom lembrar que o mundo está todo cheio de gente.
(assim...deixando de lado a questão hiperpopulacional por um minuto)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009


Nesse momento tudo que eu sou é a sobra ou a sombra do que fui.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Resíduo

C.D.A.
Sorte de hoje: Cuidado com o que você diz; entre aqueles que não dizem nada, poucos são os que ficam em silêncio

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Ódio



Me odeio por ser assim.
Achar que mandar tomar no cu nunca vale a pena.
Me orgulho, amodeio.
Queria que você me poupasse.
Quero que você me judie.

O orgulho me permite suportar a dor o ódio o amor; me faz suportar para sustentá-lo.

Dependo de...


...é inegável.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Laura


Hoje eu queria escrever uma coisa bonita. Grande, para botar tudo pra fora.
Não deu.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Lady

Lady sing the blues so well
As if she mean it
As if it's hell down here
In the smoke-filled world
Where the jokes are cold
They don't laugh at jokes
They laugh at tragedies

Corner street societies
But they believe her
They never leave her
While she sings she make them feel things

She says, I can sing this song so blue
That you will cry in spite of you
Little wet tears on your baby's shoulder...

And I have walked these streets so long
There ain't nothing right, there ain't nothing wrong
But the little wet tears on my baby's shoulder...

Lady lights a cigarette
Puffs away, no regret
Takes a look around, no regrets, no regrets
Stretches out like branches of a poplar tree
She says, I'm free
Sings so soft as if she'll break, says

I can sing this song so blue
That you will cry in spite of you
Little wet tears on your baby's shoulder...

I have walked these streets so long
There ain't nothing right, nothing wrong
But the little wet tears on my baby's shoulder...

But on this stage
I've learned to fly
Learned to sing
And learned to cry
Little wet tears on my baby's shoulder...

But now it's time
To say goodbye
Some might laugh
But I will surely cry
Little wet tears on my baby's shoulder...
The little wet tears on my baby's shoulder...

Lady lights a cigarette
Puffs away, and winter comes
And she forgets

the meaning of godess, or not, but i do love her.
http://www.youtube.com/watch?v=m0nUFgqSGus

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Nathalie's Secret Room



Nathalie went into a journey. Her name was NATHALIE and she was sad. She was sad because she was tired; because she was sad and because she didn't have a girlfriend anymore. Would she ever be able to keep a girlfirend, she wondered. I don't trust in perfect loves, nor did Nathalie's girlfriend. NATHALIE DID. She has just learned that it doesn't exist.
She feels sorry now, because she broke up with her girlfriend believing that there was such thing. NATHALIE had judged her girl and their relationhship basing on perfection, on happy-endings and happily-ever-afters. It was over.
Maybe, she'll never know, it wouldn't have worked anyway. Maybe the judging didn't really make a difference because they were two too-different-girls for that relationships to last. Nathalie knows that; Still she feels sorry. She feels sorry in a place, in her heart, that she knows is no place for friends, nor mothers, nor fathers (even though they'd like to go there and help to fix Nathalie). It is the room that was unlocked by that girl.
Nathalie thought that that room didn't really exist, that it was just part of her immagination. One day, however, that girl came and showed her the door; she showed the door and told her it was ok to go in. Nathalie started to go there to go there every day, to just open the door and see the girl inside. Yes, she loved that very much. Even I felt happy seeing Nathalie going there to open the door ( She was silly and dreammy, yes, but it was beautifull anyway). She was happy.
Nathalie is happy now, she can reach and open the door anytime she wants to, and that's awesome on it's own. What makes her sad is that now the room is always empty. Nathalie feels terribly lonely in empty rooms. Loneliness makes Nathalie sad, for she hasn't learned how to deal with it, yet.
Thats why, than, Nathalie feels sorry for her judgement over her girlfriend and their relatioship. Maybe she could have kept the room inhabitet for a little longer.
Sometimes Nathalie want's that girl bacl, she told me "(...) but it's just for a little while, I don't really want her back. I like her, yes. I like her very much. But no; having her back doesn't fit anything at all. I don't want that.". I find her funny.
She doesn't want the girl back. She want's them to be friend, still. Nathalie, what a funny girl, she thinks that the room might be full, from once in a while, if they are be friends.

domingo, 29 de novembro de 2009

What people do, this is real love.
that's it, I love the people who are around me.]
because i need that, because they need that, because we all need love!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A foto é repetida, mas não importa. Uma mesma xícara pode representar o amor em várias formas. A indentidade é uma coisa tão presente nele que uma foto repetida acaba sendo até melhor.
Durante a tarde fiquei puta comigo mesma porque esqueci uma "ideia super legal pra postar no meu bolg". Agora tudo bem, aquela ideia que não voltou acabou dando espaço para essa que vai agora - se é que essa eu posso chamar assim, ideia.
Nunca vou encontrar algo que seja mais gostoso do que conversar gostoso com alguém, passar um tempo inútil junto, falar besteira.......parar, falar coisa séria.........parar, olhar pela janela. Se abrir no coração com o coração para o coração; deixar entrar, sair, falar, ouvir, compartilhar.... viver um momento simples, desses em que há espaço para o amor.
O espaço para o amor, porque todos somos e estamos; porque todos somos e estamos juntos, tudo aqui e aí e lá ao mesmo tempo e agora.

Ela disse: No-one belongs here more than you.
Ele disse: Só se pode viver perto de outro,e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde,um descanso na loucura.
Ele disse: é isso, fim

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Vidas Secas


Acho que nunca vou encontrar um narrador mais sensível do que esse criado por Graciliano Ramos. Em poucas palavras, é indescritível.Me faz Fabiano. É lindo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Para lembrar de nunca esquecer

Tem vezes em que é muito difícil aceitar; há coisas ruins que acontecem na vida que não são culpa nossa, nem são, tão pouco, consequências desagradáveis inesperadas de qualquer coisa no passado. As vezes coisas ruins simplesmente são, sem motivo nenhum, é como sair de casa numa manhã de sol e ser atropelado ao atravessar a rua. Não tem a menor lógica, mas acontece, mais do que isso, acontece todos os dias.

sábado, 21 de novembro de 2009

Ai, tempo!
Como a curto prazo você altera a minha vida! Faz esquecer e lembrar, todo tipo de coisas. Faz querer perto, de volta como antes; Faz querer longe de um jeito que nunca foi, ou que é de outra pessoa. Suas transformações doem e deixam feliz e distraem; choro, sorrio e esqueço de outras questões da vida, mesmo que apenas por um momento, graças a você.
Sempre espero que o tempo vá me dizer o que fazer, e, mais profundamente, que ele vá me consertar em dezenas de aspectos; pra deixar o "quero ser" mais perto do "sou". A verdade, no entanto, é que o tempo não diz nada, nem pode dizer. O tempo simplesmente é, sua natureza não tem voz. No fim, e é inevitável que seja ssim, a voz da minha vida sai sempre de mim. Do meu jeito torto certo-errado de ser, vou construindo um pouco mais de mim no tempo.

Cansei, fim.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Acredito que uma das coisas que diferencia os grandes pensadores e gênios das pessoas comuns, é que eles sabem expressar as coisas melhor. Conseguem captar o mundo e traduzir o que vêem; aquilo que a gente sente e não traduz direito (ou não traduz at all), e aquilo que a gente sente e só percebe que sente quando vê traduzido e pronto.

Daí a gente fala "Nossa, era exatamente isso!" [em tom de puro assombro].
É engraçado.


O coração deveria ser considerado um órgão dos sentidos.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009



Ritual

Pra que sonhar
A vida é tão desconhecida e mágica
Que dorme às vezes do teu lado
Calada
Calada

Pra que buscar o paraíso
Se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo
E fuxica
Fuxica

Tantas histórias de um grande amor perdido
Terras perdidas, precipícios
Faz sacrifícios, imola mil virgens
Uma por uma, milhares de dias

Ao mesmo Deus que ensina a prazo
Ao mais esperto e ao mais otário
Que o amor na prática é sempre ao contrário
Que o amor na prática é sempre ao contrário

Ah, pra que chorar
A vida é bela e cruel, despida
Tão desprevenida e exata
Que um dia acaba

(Cazuza)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

(achei no google)

Brincadeira de hoje



Dialogue:

The_lover
says: Baby, you do know that I have those two other lovers, right?

I am absolutely_blind_ in love
[a little bothered, turning the head left] says : Yes.

The_lover
says: Well, I'm sorry for that. I can tell you that you are my favorite lover, though. Did you know that? I love you very much, baby. I bet you don't love that much, I bet you're gonna leave me.

I am absolutely_blind_in lov
e [smiling beautifully] says: It's good to know that, baby. You know that love you "that much". I love you more than anything. I'm not gonna leave you, even if you have theese two other lovers of yours. I can deal with that. You promissed it wouldn't take long until you're free from them to be with me. Only with me. I'll wait, don't worry.

The_lover
says:
Oh thank you babe. I love you so much, and I was so afraid of loosing you because of that. Thank you, thank you very much for waiting for me. I won't take long, it's a promisse.

Novo robbie= tirar sarro de gente apaixonada....

sábado, 14 de novembro de 2009

My heart

Why does it suck anyway? Shouldn't it be less painfull?
Yes, it should. I actually think it is.

It's just thath there is no thing that can turn into nothing just like that. It takes a little bit of time.This is just another moment; one of those when you feel empty, lonely and sad.
Goodbye.
Invasão de privacidade é fogo. É muito difícil entender que as vezes é preciso botar as coisas para fora simplesmente para botá-las para fora, e que isso não quer dizer necessariamente que você quer discutir o assunto? Não é porque eu escrevi uma coisa que eu quero que alguém leia. Você confunde arquivos de filme com textos do bloco de notas?
Ler o que você percebe que não deve é muita falta de respeito.



Tomar uma atitude com base em um " é isso que eu acho que stá acontecendo" dá sempre muito medo. Há sempre a possibilidade de você estar cometendo um belo de um engano, especialmente se você for alguém meio dado a paranóias. Sempre pensamos nesse medo, mas tenho olhado para ele mais como um mecanismo de defesa que a gente usa até estar pronto pra aceitar que o que você "acha" que está acontecendo é o que está acontecendo. Digo isso porque pude sentir na pele a dor de agir e ter confirmado o que antes era só achado.

Risos, mais uma vez a vida provou aquilo que um poeta disse uma vez "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Fiends



É, eu duvido que vocês cheguem a ver esse post, mas eu quero dizer que os amigos são A COISA MAIS PRECIOSA QUE A GENTE PODE TER e que eu AMO vocês PARA SEMPRE.


Dialogue:

(The favorite person of someone): - Are you stupid to see an angel and send it away?
(Someone): - Yes.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Fluxo pensandi...

Eu tinha desistido de postar algo a respeito disso, já está em todo lugar e eu sou mesmo uma rebelde que só quer falar se for pra falar o que ninguém falou ainda, rs.

Bom, caso unibam, foi esse acontecimento, somado às ideias jogadas pelo meu colega e professor de redação, que me deixaram meio indignada com algumas coisas.
A primeira coisa é que o que aconteceu lá foi uma coisa muito séria, independentemente do quê que provou a "bagunça". O movimento daqueles alunos foi uma ação de força desmensuradamente unilateral, agredindo um grupo agredindo uma única pessoa que não a menor condição de se defender ou se explicar. Tudo bem, essa é a primeira questão, e creio que é também a que mais se está discutindo. Em segundo lugar temos a ação da universidade, que não consegue se posicionar. Não sabe se defende a maioria dos alunos e assume uma posição que não é "policamente correta", que diga-se de passagem que parece ser a verdadeira posição da universidade, uma vez que a aluna foi inicialmente expulsa; ou se comporta-se da maneira esperada pela sociedade depois de o caso ter chegado à mídia, pune os agressores ou os principais agitadores do barraco coloca a menina de volta na sala de aula e dá o assunto por resolvido, ou algo assim.
A terceira questão que eu levanto, no entanto, é a quetem me incomodado mais profundamente nos últimos dias. Ter sido levada a questionar o papel da mída, pelo Nícolas, me deixou perplexa com o que aconteceu. No momento da "linchação" dezenas de alunos, participantes ou espectadores, filmaram a cena. Desse modo, foi o tempo foi o tempo de eles chegarem a um computador e postarem o que tinham para que a notícia começasse a se espalhar. Em pouco tempo já havia uma grande quantidade de pessoas comentando o acontecimento com base no que viam. Não podemos esquecer, é claro, que os videos já tinham algum direcionamento, seja com intuito de notificar, criticar ou continuar a agressão.
Decorrido algum tempo, foi a hora das grandes máquinas de notícia e da grande mídia começarem a divulgar informações. Imagino que quem já sabia que tinha uma balbúrdia rolando esperava esclarecimento, e quem não sabia, pretendia ficar sabendo e entender o que se passava.
É, não foi bem isso o que aconteceu. Os grandes veículos, preocupados com o furo de reportagem, não se deram nem emso ao trabalho de apurar os fatos. Foram colocando textículos vazios em suas páginas da internet, com links para os videos postados pelos alunos.
Meu problema com isso? Bem, se o papel dessas grandes máquinas de notícia não é o de informar e permitir que desenvolvamos uma visão crítica sobreo mundo em que vivemos, não há problema nenhum.
Se o importande é vender os fatos o mais rápido possível, que espaço sobra para a informação e o esclarecimento? O papel de empresas grandes como a Abril e a Folha (usados aqui apenas como exemplos) não justamente o de cuidar so jornalismo fino? Da informação fundamentada em apuração e pesquisa e não simplesmente no que "o povo fala"?
É esse o caminho que estamos pegando? Tenho a impressão de que ele não nos leva muito longe.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Pequeno fluxo sobre a vida hoje.

Mesmo com toda a liberdadede de expressão continuo sempre presa.

Queria entender melhor como funciona o mundo (independentemente de que mundo é esse) porque expressar as coisas do jeito mais natural e virgem parece sempre dar errado. O que é preciso para que eu possa viver num mundo com um mínimo de filtros? Não quero eliminar os filtros, quero acabar apenas com aqueles que me fazem sentir castrada. Isso é impossível?
O que falta para acabar com eles é enfrentar conseqüências desagradáveis? Acho que não, não é verdade que as conseqüências de arrancar um filtro castrador são sempre ruins. Elas simplesmente não podem ser todas ruins.

As coisas deveriam estar boas. Tem alguma coisa errada por trás do papel filme. Por ser translúcido, engana a mente. Convence-a de que o que está atrás dele não existe. Por mais que você veja, ele te dá liberdade para se convencer de que o que você vê não está lá.

É, é assim que eu me sinto. Me confundo toda e não sei se tem alguma coisa errada, se tem papel filme ou não. Talvez eu só esteja fazendo um grande esforço para que uma coisa fadada ao fracasso dê certo. Será? Porque ela estaria fadada ao fracasso? Tem alguém que decide isso? Ou, isso tudo que escrevi não é mais do que eu tentando me convencer de uma compatibilidade ou possibilidade inexistentes para algum aspecto da vida?

Quero que as coisas sejam simples. Sigo, teimosamente, procurando o simples. Ainda não sei onde ele está, mas creio que é apenas uma questão de tempo. É, não é nada mais que uma questão de tempo e amadurecimento para que eu o encontre.
What do you do when what you see with doesn't match what you see without?

Should I get new glasses?

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Momento Amor












(meu amor - sinestesia)

Momento Laura - sorvete na testa

Why do I keep doing this to me?

Hoje eu perdi o horário da terapia porque eu não quiz ligar e confirmar a hora. Eu estava em dúvida, é claro, mas para que ligar pra confirmar? Não, ao invés de ligar pra confirmar eu chutei um dos horários que eu achava. E errei, é claro.
Que droga! O que me custava fazer uma simples ligação? O T. não ia achar ruim eu ligar pra confirmar, não é? É, mas eu não posso me dar ao luxo de ter uma dúvida. Que ridículo! E sabe por que eu não liquei? Porque isso ia ser um sinal de fraqueza, porque eu ia dar a impressão de que eu sou irresponsável e não anotei. E eu não anotei mesmo porque confiei na minha memória, mas minha memória não é o ponto. O ponto é que pra não mostrar que não sabia o horário não liguei e perdi a hora. Ou seja, fui, de fato, irresponsável: não apareci nem dei sinal de vida.
Agora estou aqui reclamando pra ver se me entendo o que acontece, uma vez que essa não é a primeira vez que ajo assim.
Ok, acho que entendi. É tão difícil deixar que os outros vejam meus erros, confusões ou vacilos que eu faço uma cagada maior para encobri-los. Na prática não resolve nada (em geral só piora), mas o meu inconsciente fica satisfeito. Fica satisfeito porque como a cagada maior foi "inventada" por mim posso me dissociar dela, como se não fosse de verdade uma cagada minha.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A luz apaga porque já raiou o dia
E a fantasia vai voltar pro barracão
Outra ilusão desaparece quarta-feira
Queira ou não queira terminou o carnaval.

Mas não faz mal, não é o fim da batucada
E a madrugada vem trazer meu novo amor
Bate o tambor, chora a cuíca e o pandeiro
Come o couro no terreiro porque o choro começou.

A gente ri
A gente chora
E joga fora o que passou
A gente ri
A gente chora
E comemora o novo amor.

(Edu Krieger)


(...) A gente ri, a gente chora, e comemora o nosso amor (...)

Meu Tempo



O verão chegou com força e prova para mim que o tempo passa.
O ar fica parado quase que o dia inteiro mas mesmo assim as plantas furulunfam nas pontas dos galhos. Cada intervalo é um tempo para obervar. A Vida parece muito mais viva depois de despertar num timing universal e a cidade parece não perceber ainda as mudanças ao seu redor.
As férias chamam calmamente pela densidade do ar. O ar expande e ocupa todos os espaços fazendo com que os movimentos fiquem leves.
Tudo já é diferente do que foi o verão passado.

domingo, 1 de novembro de 2009



Odeio quando não sei o tamanho das conseqüências do que eu to fazendo.

Já passou!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Presa numa paranóia; entre a visão e a cegueira.

Espero que seja mesmo paranóia.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Familia

Quando a minha cabeça fica cheia de muitas ideias, ou de ideias desagradáveis que não param de se repetir, quero parar de pensar. Isso acontece porque a sensação que vem, nos dois casos, é extremamente desagradável; desespero, cegueira, aflição. Além disso, essas ideias exigem uma digestão mais longa e feita com calma, livre da aflição e do dessespero, para que possam se organizar ou ir embora. Às vezes é difícil se desvencilhar das idéias(foda-se a nova ortografia) para parar de pensar, às vezes ainda não está na hora.Enquanto isso: dor...

Quando percebi que eu poderia mesmo ser a chave, parece que a minha fechadura está mudando e que eu não caberei mais no seu buraco, que se curva em outra direção. O movimento do buraco pode,no entanto, ter outro significado. Vai ver eu até já destranquei e empurrei a porta, e na hora que ela se abre e vai percorrendo seu arco, o buraco na fechadura parece deformado somente para mim porque permaneço estática, sob o mesmo ponto de vista. Talvez seja uma questão de perspectiva, apenas. Nada mais que a capacidade de poder enxergar o todo.
Quero, com toda a minha força, continuar cabendo nessa fechadura. Uma vez que a gente cabe, ter de ficar fora é uma dor sem tamanho. É claro que tem tamanho, e não é o fim do mundo, mas eu não quero essa dor.

Chega.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

And then...
stomach, love, freeze, knot, stop.
Cry, fear, laugh, smile, die. Dot.

sobre a felicidade

Tudo reunido junto, com mais milhões de feelings e mute screamings and flying-scaping things.
Às vezes os sentimentos consomem. Mesmo que as coisas estejam bem, ácidos borbulham no estômago agonia e adrenalina. É verão e no est^mago faz frio; frio gelado de menta.
Quero chorar, mas tudo vai bem, a vida vai bem. Não era isso?que importava? Ai vida que vai bem. Ter descoberto que a felicidade é um fio fino às vezes é quase uma maldição. Tão delicado! Parece injusto que algo tão grande como a felicidade seja um fio. Uma linhazinha tênue e sensível e frágil da qual se tem que cuidar com todo o esmero para que ela não arrebente nem mude sua natureza. É uma ironia da vida.
Não é uma maldição. A simplicidade pequena e frágil da felicidade é como uma benção divina, a benção da sua compreensão, que permite a aproximação, a apropriação, o controle às margens desse fio.

Às vezes chove, mas sou feliz.


Fim,
por hoje.

O Primeiro







Uhh.... Operação de teste 1, 2, 3....pronto?
]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]
Linha ocupada, volte mais tard........e









Operação concluída.

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