domingo, 29 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A foto é repetida, mas não importa. Uma mesma xícara pode representar o amor em várias formas. A indentidade é uma coisa tão presente nele que uma foto repetida acaba sendo até melhor.Durante a tarde fiquei puta comigo mesma porque esqueci uma "ideia super legal pra postar no meu bolg". Agora tudo bem, aquela ideia que não voltou acabou dando espaço para essa que vai agora - se é que essa eu posso chamar assim, ideia.
Nunca vou encontrar algo que seja mais gostoso do que conversar gostoso com alguém, passar um tempo inútil junto, falar besteira.......parar, falar coisa séria.........parar, olhar pela janela. Se abrir no coração com o coração para o coração; deixar entrar, sair, falar, ouvir, compartilhar.... viver um momento simples, desses em que há espaço para o amor.
O espaço para o amor, porque todos somos e estamos; porque todos somos e estamos juntos, tudo aqui e aí e lá ao mesmo tempo e agora.
Ela disse: No-one belongs here more than you.
Ele disse: Só se pode viver perto de outro,e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde,um descanso na loucura.
Ele disse: é isso, fim
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Vidas Secas
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Para lembrar de nunca esquecer
sábado, 21 de novembro de 2009
Como a curto prazo você altera a minha vida! Faz esquecer e lembrar, todo tipo de coisas. Faz querer perto, de volta como antes; Faz querer longe de um jeito que nunca foi, ou que é de outra pessoa. Suas transformações doem e deixam feliz e distraem; choro, sorrio e esqueço de outras questões da vida, mesmo que apenas por um momento, graças a você.
Sempre espero que o tempo vá me dizer o que fazer, e, mais profundamente, que ele vá me consertar em dezenas de aspectos; pra deixar o "quero ser" mais perto do "sou". A verdade, no entanto, é que o tempo não diz nada, nem pode dizer. O tempo simplesmente é, sua natureza não tem voz. No fim, e é inevitável que seja ssim, a voz da minha vida sai sempre de mim. Do meu jeito torto certo-errado de ser, vou construindo um pouco mais de mim no tempo.
Cansei, fim.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Daí a gente fala "Nossa, era exatamente isso!" [em tom de puro assombro].
É engraçado.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Ritual
Pra que sonhar
A vida é tão desconhecida e mágica
Que dorme às vezes do teu lado
Calada
Calada
Pra que buscar o paraíso
Se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo
E fuxica
Fuxica
Tantas histórias de um grande amor perdido
Terras perdidas, precipícios
Faz sacrifícios, imola mil virgens
Uma por uma, milhares de dias
Ao mesmo Deus que ensina a prazo
Ao mais esperto e ao mais otário
Que o amor na prática é sempre ao contrário
Que o amor na prática é sempre ao contrário
A vida é bela e cruel, despida
Tão desprevenida e exata
Que um dia acaba
(Cazuza)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Brincadeira de hoje

Dialogue:
The_lover says: Baby, you do know that I have those two other lovers, right?
I am absolutely_blind_ in love [a little bothered, turning the head left] says : Yes.
The_lover says: Well, I'm sorry for that. I can tell you that you are my favorite lover, though. Did you know that? I love you very much, baby. I bet you don't love that much, I bet you're gonna leave me.
I am absolutely_blind_in love [smiling beautifully] says: It's good to know that, baby. You know that love you "that much". I love you more than anything. I'm not gonna leave you, even if you have theese two other lovers of yours. I can deal with that. You promissed it wouldn't take long until you're free from them to be with me. Only with me. I'll wait, don't worry.
The_lover says: Oh thank you babe. I love you so much, and I was so afraid of loosing you because of that. Thank you, thank you very much for waiting for me. I won't take long, it's a promisse.
Novo robbie= tirar sarro de gente apaixonada....
sábado, 14 de novembro de 2009
My heart
Yes, it should. I actually think it is.
It's just thath there is no thing that can turn into nothing just like that. It takes a little bit of time.This is just another moment; one of those when you feel empty, lonely and sad.
Goodbye.
Ler o que você percebe que não deve é muita falta de respeito.
Tomar uma atitude com base em um " é isso que eu acho que stá acontecendo" dá sempre muito medo. Há sempre a possibilidade de você estar cometendo um belo de um engano, especialmente se você for alguém meio dado a paranóias. Sempre pensamos nesse medo, mas tenho olhado para ele mais como um mecanismo de defesa que a gente usa até estar pronto pra aceitar que o que você "acha" que está acontecendo é o que está acontecendo. Digo isso porque pude sentir na pele a dor de agir e ter confirmado o que antes era só achado.
Risos, mais uma vez a vida provou aquilo que um poeta disse uma vez "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Fiends
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Fluxo pensandi...
Bom, caso unibam, foi esse acontecimento, somado às ideias jogadas pelo meu colega e professor de redação, que me deixaram meio indignada com algumas coisas.
A primeira coisa é que o que aconteceu lá foi uma coisa muito séria, independentemente do quê que provou a "bagunça". O movimento daqueles alunos foi uma ação de força desmensuradamente unilateral, agredindo um grupo agredindo uma única pessoa que não a menor condição de se defender ou se explicar. Tudo bem, essa é a primeira questão, e creio que é também a que mais se está discutindo. Em segundo lugar temos a ação da universidade, que não consegue se posicionar. Não sabe se defende a maioria dos alunos e assume uma posição que não é "policamente correta", que diga-se de passagem que parece ser a verdadeira posição da universidade, uma vez que a aluna foi inicialmente expulsa; ou se comporta-se da maneira esperada pela sociedade depois de o caso ter chegado à mídia, pune os agressores ou os principais agitadores do barraco coloca a menina de volta na sala de aula e dá o assunto por resolvido, ou algo assim.
A terceira questão que eu levanto, no entanto, é a quetem me incomodado mais profundamente nos últimos dias. Ter sido levada a questionar o papel da mída, pelo Nícolas, me deixou perplexa com o que aconteceu. No momento da "linchação" dezenas de alunos, participantes ou espectadores, filmaram a cena. Desse modo, foi o tempo foi o tempo de eles chegarem a um computador e postarem o que tinham para que a notícia começasse a se espalhar. Em pouco tempo já havia uma grande quantidade de pessoas comentando o acontecimento com base no que viam. Não podemos esquecer, é claro, que os videos já tinham algum direcionamento, seja com intuito de notificar, criticar ou continuar a agressão.
Decorrido algum tempo, foi a hora das grandes máquinas de notícia e da grande mídia começarem a divulgar informações. Imagino que quem já sabia que tinha uma balbúrdia rolando esperava esclarecimento, e quem não sabia, pretendia ficar sabendo e entender o que se passava.
É, não foi bem isso o que aconteceu. Os grandes veículos, preocupados com o furo de reportagem, não se deram nem emso ao trabalho de apurar os fatos. Foram colocando textículos vazios em suas páginas da internet, com links para os videos postados pelos alunos.
Meu problema com isso? Bem, se o papel dessas grandes máquinas de notícia não é o de informar e permitir que desenvolvamos uma visão crítica sobreo mundo em que vivemos, não há problema nenhum.
Se o importande é vender os fatos o mais rápido possível, que espaço sobra para a informação e o esclarecimento? O papel de empresas grandes como a Abril e a Folha (usados aqui apenas como exemplos) não justamente o de cuidar so jornalismo fino? Da informação fundamentada em apuração e pesquisa e não simplesmente no que "o povo fala"?
É esse o caminho que estamos pegando? Tenho a impressão de que ele não nos leva muito longe.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Pequeno fluxo sobre a vida hoje.
Queria entender melhor como funciona o mundo (independentemente de que mundo é esse) porque expressar as coisas do jeito mais natural e virgem parece sempre dar errado. O que é preciso para que eu possa viver num mundo com um mínimo de filtros? Não quero eliminar os filtros, quero acabar apenas com aqueles que me fazem sentir castrada. Isso é impossível?
O que falta para acabar com eles é enfrentar conseqüências desagradáveis? Acho que não, não é verdade que as conseqüências de arrancar um filtro castrador são sempre ruins. Elas simplesmente não podem ser todas ruins.
As coisas deveriam estar boas. Tem alguma coisa errada por trás do papel filme. Por ser translúcido, engana a mente. Convence-a de que o que está atrás dele não existe. Por mais que você veja, ele te dá liberdade para se convencer de que o que você vê não está lá.
É, é assim que eu me sinto. Me confundo toda e não sei se tem alguma coisa errada, se tem papel filme ou não. Talvez eu só esteja fazendo um grande esforço para que uma coisa fadada ao fracasso dê certo. Será? Porque ela estaria fadada ao fracasso? Tem alguém que decide isso? Ou, isso tudo que escrevi não é mais do que eu tentando me convencer de uma compatibilidade ou possibilidade inexistentes para algum aspecto da vida?
Quero que as coisas sejam simples. Sigo, teimosamente, procurando o simples. Ainda não sei onde ele está, mas creio que é apenas uma questão de tempo. É, não é nada mais que uma questão de tempo e amadurecimento para que eu o encontre.
sábado, 7 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Momento Laura - sorvete na testa
Hoje eu perdi o horário da terapia porque eu não quiz ligar e confirmar a hora. Eu estava em dúvida, é claro, mas para que ligar pra confirmar? Não, ao invés de ligar pra confirmar eu chutei um dos horários que eu achava. E errei, é claro.
Que droga! O que me custava fazer uma simples ligação? O T. não ia achar ruim eu ligar pra confirmar, não é? É, mas eu não posso me dar ao luxo de ter uma dúvida. Que ridículo! E sabe por que eu não liquei? Porque isso ia ser um sinal de fraqueza, porque eu ia dar a impressão de que eu sou irresponsável e não anotei. E eu não anotei mesmo porque confiei na minha memória, mas minha memória não é o ponto. O ponto é que pra não mostrar que não sabia o horário não liguei e perdi a hora. Ou seja, fui, de fato, irresponsável: não apareci nem dei sinal de vida.
Agora estou aqui reclamando pra ver se me entendo o que acontece, uma vez que essa não é a primeira vez que ajo assim.
Ok, acho que entendi. É tão difícil deixar que os outros vejam meus erros, confusões ou vacilos que eu faço uma cagada maior para encobri-los. Na prática não resolve nada (em geral só piora), mas o meu inconsciente fica satisfeito. Fica satisfeito porque como a cagada maior foi "inventada" por mim posso me dissociar dela, como se não fosse de verdade uma cagada minha.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
A luz apaga porque já raiou o dia
E a fantasia vai voltar pro barracão
Outra ilusão desaparece quarta-feira
Queira ou não queira terminou o carnaval.
Mas não faz mal, não é o fim da batucada
E a madrugada vem trazer meu novo amor
Bate o tambor, chora a cuíca e o pandeiro
Come o couro no terreiro porque o choro começou.
A gente ri
A gente chora
E joga fora o que passou
A gente ri
A gente chora
E comemora o novo amor.
(Edu Krieger)
(...) A gente ri, a gente chora, e comemora o nosso amor (...)
Meu Tempo
O verão chegou com força e prova para mim que o tempo passa.
As férias chamam calmamente pela densidade do ar. O ar expande e ocupa todos os espaços fazendo com que os movimentos fiquem leves.
Tudo já é diferente do que foi o verão passado.
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