Ansiedade
Insegurança
Carência
Vitimizar
Sofrer
Aceitar
Acalmar
Aceitar, Aceitar, Aceitar, aceitar, aceitar, aceitar, aceitar, aceitar.
Clareza, por favor!!! Preciso de clareza!
domingo, 3 de novembro de 2013
Meu pássaro, ou assim eu queria que fosse
Escolhi você porque sabia
que nessa escolha não corria
o risco
de você querer ficar.
Não sou poeta, não sei porque escrevo em versos
mas é assim
que você me faz ficar
O ponto fraco
quando me chama é sempre um elogio
não resisto, bonita
oi bonita
minhas entranhas
o estômago, sei lá
se contraem
e os olhos ficam como esponjas que passaram muito tempo dentro d'água
depois vem uma pausa
e então um suspiro
é o que há de você em mim
e não me deixa
e que eu chamo a cada instante
e cada instante eu espero
e torço para que se materialize e seja aquele
em que você responde
em que o pássaro volta para casa
depois do dia de caçada
e entra pela porta aberta da gaiola pra dormir
mas é uma gaiola
and that you can not be
that, there, wtv
youcannot be
eu ouvi de você o desejo
a vontade de ficar
ouvi o medo de um futuro próximo
e de um passado recente
ouvi o querer e senti
e foi tudo tão intenso
eu quiz confiar e confiei
e você também pode e assim fez
Gosto de pensar em mim como um dos livros que você nunca termina de ler
não porque eu goste, mas porque me permite acreditar que algo em ti ainda me quer
Quero-te profunda como naquela semana
não menos livre que hoje, mas disponível
Não posso viver com o não saber,
claro que posso, mas não quero.
me faz sofrer
Acho que você tem razãotu
são as palavras que eu dou e os compromissos
não cumprir com isso ( e é claro que acontece)
me mata
Do mesmo modo me mata
ter um beijo de bom dia e um nunca mais
um até logo, até o próximo acaso!
em que passaremos juntas um pouco de tempo indeterminado
correndo
uma pegada de raspão
No, I'm no queen of comprehension
Na verdade quando eu fico triste ou brava
Quase não há espaço para compreensão
ela só chega depois de passar pelas pequenas frestas do dia seguinte
na hora eu só sou dominada peloqueeusinto
O que eu quero de você?
Quero ouvir você me chamar depois de "vamos nos ver no final de semana?"
ou de "vamos nos ver fora daqui?"
Quero ir à sua casa depois de " ia usar ela como desculpa pra pedir pra vc ir la em casa"
Veja bem, não acho que você faz isso por mal
E quando digo "por mal" penso em coisas que eu já vivi
que só me fizeram sofrer
Acho que você diz o que tem vontade, o que sente, espontaneamente
mas eu sou attached to commitments.
Vê a confusão que isso dá?
Bem, tudo isso é pra dizer
que eu não estou feliz como como as coisas estão
sem falar nas pessoas achando que a gente tem um relacionamento
I wish
Só posso crer essa é a minha ou a nossa despedida.
Porque, me querendo ou não, você não pode ser o que eu preciso de você.
Yet, há tantas coisas que eu queria aprender com você
nossos universos tão distintos e distantes
ao mesmo tempo interlaçantes, como pode?
tanta novidade pra saber.
Achei que sua existência mudaria o meu ser
mas isso só a convivência.
Convivência,
quantas palavras comuns nessa palavra
com vivência (chiqueiro)
com vivência (experiência)
com convive cia (junto)
Você disse que eu não saí da sua cabeça
acho que pra você já passou
mas pra mim
não
e eu tenho que matar isso em mim todos os dias
chega.
que nessa escolha não corria
o risco
de você querer ficar.
Não sou poeta, não sei porque escrevo em versos
mas é assim
que você me faz ficar
O ponto fraco
quando me chama é sempre um elogio
não resisto, bonita
oi bonita
minhas entranhas
o estômago, sei lá
se contraem
e os olhos ficam como esponjas que passaram muito tempo dentro d'água
depois vem uma pausa
e então um suspiro
é o que há de você em mim
e não me deixa
e que eu chamo a cada instante
e cada instante eu espero
e torço para que se materialize e seja aquele
em que você responde
em que o pássaro volta para casa
depois do dia de caçada
e entra pela porta aberta da gaiola pra dormir
mas é uma gaiola
and that you can not be
that, there, wtv
youcannot be
eu ouvi de você o desejo
a vontade de ficar
ouvi o medo de um futuro próximo
e de um passado recente
ouvi o querer e senti
e foi tudo tão intenso
eu quiz confiar e confiei
e você também pode e assim fez
Gosto de pensar em mim como um dos livros que você nunca termina de ler
não porque eu goste, mas porque me permite acreditar que algo em ti ainda me quer
Quero-te profunda como naquela semana
não menos livre que hoje, mas disponível
Não posso viver com o não saber,
claro que posso, mas não quero.
me faz sofrer
Acho que você tem razãotu
são as palavras que eu dou e os compromissos
não cumprir com isso ( e é claro que acontece)
me mata
Do mesmo modo me mata
ter um beijo de bom dia e um nunca mais
um até logo, até o próximo acaso!
em que passaremos juntas um pouco de tempo indeterminado
correndo
uma pegada de raspão
No, I'm no queen of comprehension
Na verdade quando eu fico triste ou brava
Quase não há espaço para compreensão
ela só chega depois de passar pelas pequenas frestas do dia seguinte
na hora eu só sou dominada peloqueeusinto
O que eu quero de você?
Quero ouvir você me chamar depois de "vamos nos ver no final de semana?"
ou de "vamos nos ver fora daqui?"
Quero ir à sua casa depois de " ia usar ela como desculpa pra pedir pra vc ir la em casa"
Veja bem, não acho que você faz isso por mal
E quando digo "por mal" penso em coisas que eu já vivi
que só me fizeram sofrer
mas eu sou attached to commitments.
Vê a confusão que isso dá?
Bem, tudo isso é pra dizer
que eu não estou feliz como como as coisas estão
sem falar nas pessoas achando que a gente tem um relacionamento
I wish
Só posso crer essa é a minha ou a nossa despedida.
Porque, me querendo ou não, você não pode ser o que eu preciso de você.
Yet, há tantas coisas que eu queria aprender com você
nossos universos tão distintos e distantes
ao mesmo tempo interlaçantes, como pode?
tanta novidade pra saber.
Achei que sua existência mudaria o meu ser
mas isso só a convivência.
Convivência,
quantas palavras comuns nessa palavra
com vivência (chiqueiro)
com vivência (experiência)
com convive cia (junto)
Você disse que eu não saí da sua cabeça
acho que pra você já passou
mas pra mim
não
e eu tenho que matar isso em mim todos os dias
chega.
sábado, 19 de outubro de 2013
the story of you and me
Vou contar de você, e vou contar em protuguês.
Continuando de daonde eu parei:
Sim, quando a conheci pensei que você era mesmo uma pessoa muito estranha. Quer dizer, você pensa com uma cabeça muito diferente da minha. Hoje eu entendo um pouco mais o que você pensa, porque aprendi que nossas cabeças pensam diferente e aprendi um pouco das coisas que você pensa... e ainda aprendi que um pouco das coisas que não fazem sentido, para mim, em você significam, apenas, que você é alemã. Ainda sim, não entendo quase nada de você.
É um pouco engraçado.
Bom, esse pouco mais que eu aprendi/entendi de me permitiu aceitar a você como uma pessoa, que também existe e deve ser respeitada. E foi isso que aconteceu, eu parei de te odiar e passei a te respeitar. Enquanto profissional e pessoa.
Sim, só para constar, eu te odiava muito.
O respeito e aceitação trouxeram para dentro de mim uma relação pacífica com a sua existência. E com tudo sendo pacífico dá pra dizer que eu quase comecei a gostar de você. Na verdade não me lembro bem se isso foi suficiente pra eu começar a gostar de você ou se isso foi só depois do ponto da virada...
Quer saber qual foi o ponto da virada? O ponto da virada foi um elogio. Me faça um elogio e eu serei sua pra semepre, esse é o meu problema. Mas isso não vem ao caso agora. O ponto é que você me fez um elogio. E você não fez um só. Depois do primeiro elogio você voltou a fazer mais, e vocÊ deu prefêrencia às minha produções em detrimento da de outros (intencionalmente ou não, mas pareceu intencional...ou dentro do contexto poderia ser intencional)
acho que terei de aceitar que essa história sera escrita em caítulos, não ando com saco de escrever tudo de uma vez.
Continuando de daonde eu parei:
Sim, quando a conheci pensei que você era mesmo uma pessoa muito estranha. Quer dizer, você pensa com uma cabeça muito diferente da minha. Hoje eu entendo um pouco mais o que você pensa, porque aprendi que nossas cabeças pensam diferente e aprendi um pouco das coisas que você pensa... e ainda aprendi que um pouco das coisas que não fazem sentido, para mim, em você significam, apenas, que você é alemã. Ainda sim, não entendo quase nada de você.
É um pouco engraçado.
Bom, esse pouco mais que eu aprendi/entendi de me permitiu aceitar a você como uma pessoa, que também existe e deve ser respeitada. E foi isso que aconteceu, eu parei de te odiar e passei a te respeitar. Enquanto profissional e pessoa.
Sim, só para constar, eu te odiava muito.
O respeito e aceitação trouxeram para dentro de mim uma relação pacífica com a sua existência. E com tudo sendo pacífico dá pra dizer que eu quase comecei a gostar de você. Na verdade não me lembro bem se isso foi suficiente pra eu começar a gostar de você ou se isso foi só depois do ponto da virada...
Quer saber qual foi o ponto da virada? O ponto da virada foi um elogio. Me faça um elogio e eu serei sua pra semepre, esse é o meu problema. Mas isso não vem ao caso agora. O ponto é que você me fez um elogio. E você não fez um só. Depois do primeiro elogio você voltou a fazer mais, e vocÊ deu prefêrencia às minha produções em detrimento da de outros (intencionalmente ou não, mas pareceu intencional...ou dentro do contexto poderia ser intencional)
acho que terei de aceitar que essa história sera escrita em caítulos, não ando com saco de escrever tudo de uma vez.
sábado, 12 de outubro de 2013
you again - the story fo you and me.
Amongst the later happenings you were.
Of course you were. You now had a chance.
Wait. For once I will not use fucking metaphores. I'll just talk about you.
Just talk about you and about how I feel and felt and felt about you. (I'll be not afraid)
When I first met you, as this is the way every relationship stories begin, I just thought you were kind of weird — I thougth that for a very very long while, I still actually think that, but in a different and somehow more understanding way.
Shit, I'm going to a party rigth now. Thought I'd have time ti write this. Well, it will be posponed.
Of course you were. You now had a chance.
Wait. For once I will not use fucking metaphores. I'll just talk about you.
Just talk about you and about how I feel and felt and felt about you. (I'll be not afraid)
When I first met you, as this is the way every relationship stories begin, I just thought you were kind of weird — I thougth that for a very very long while, I still actually think that, but in a different and somehow more understanding way.
Shit, I'm going to a party rigth now. Thought I'd have time ti write this. Well, it will be posponed.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Letter to you
I'm just scared
Because I wrote things that may bring conflict when that is not what I want.
That is not what I want.
I don't want things to change now.
I only needed some thinking.
Love you.
Because I wrote things that may bring conflict when that is not what I want.
That is not what I want.
I don't want things to change now.
I only needed some thinking.
Love you.
Medo da morte
Eu estou aqui
Pensando
Alguém pode me dizer o que fazer?
Uma conversa rotineira com uma colega se soma a um comentário sério do amigo do pai e é isso. Caraminholas sem fim na cabeça. Questionamentos que doem. São sobre o rumo da vida. Por isso dão medo, e doem.
Desperdiçando tempo? Não foi isso que eu pensei, não era isso que eu estava pensando, mas parece que foi isso que ele quiz dizer que eu estou fazendo. "Você ainda está lá?(..) Não se prenda, você é mais complexa que isso."
Eu me sinto segura....lá. É um ponto estável que está lá apesar de tudo. Está lá apesar de tudo.
Está lá, mas me prende a tantas coisas que eu não conhecia. Tenho vários compromissos que antes eu não tinha, que eu achava que nem existiam. E me submeti a eles, para estar lá. Venho me submetendo, me tornando cada vez mais dócil. Será que isso é a morte? Isso que fervilha em mim não pode morrer. Se não, é mesmo a morte.
Estou aqui, e não posso me deixar morrer. É esse o trato.
Se não for assim, terei que ir embroa. Eu já falei.
É preciso impor.
Como é que se faz para impor sem machucar?
Eu amo essa coisinha.
Sentir o seu amor me faz tão bem. Ela não vai me abandonar.
Quanto vale esse preço? Quanto é que custa para não ser abandonado?
Pera, mas e o que eu estou abandonando? O que é que eu estou abandonando? Abandonei andar de patins, mas o que me parece é que já não estava mesmo tão gostoso das últimas vezes. Pela minha lembrança, eu já não era mais tão livre, já não me sentia mais tão livre quando andei de patins pela última vez. Isso não foi ela que matou.
O meu ânimo é que está meio morto. Não tenho mais vontade de sair nem de encontrar os amigos. O que acontece? Por que é que me sinto assim?
Tudo parece tão cansativo... E a distância. A distância parece que não me deixa mais chegar perto deles, ela vai me tirando isso de mim. Não posso deixar isso acontecer. Do mesmo jeito que eles são importantes pra mim, também devo ser importantes pra eles. Isso deve magoá-los. Eu não quero magoá-los.
Tenho saudades de hábitos passados. Mas não foi só a minha vida que mudou, todas as vidas mudaram. As nossas rotinas se separaram. A partir do momento em que tiveram liberdade, começaram a se separar. É impossível evitar, cada uma foi ser a si mesma. É claro, no entanto, que essa separação sempre pode ter seus pontos de confluência. Isso acontece. Acontece comigo, acontece com todos.
Vou chamar a saudade e perder a vergonha de amar. É isso que eu tenho que fazer.
Escrevi de novo.
É ao mesmo tempo uma coisa que eu queria fazer e uma coisa que me preocupa. Eu nunca escrevo quando estou bem.
Que chatiação! Que agonia! Parece que nunca neguei problemas tão bem!
Eu não quero negar problemas!!! Quero saber cadê os problemas!
Quero saber o que fazer, o que fazer com a minha vida.
Como é que faz para saber?
Eu não quero ficar velha e me arrepender da vida que eu vivi. eu quero ter vivido uma vida boa e que me fez (faz) feliz.
É preciso ter paciência. É esse o segredo?... Ter fé? O que é que tem que ter? Segurança? Segurança é foda. Como é que eu vou ter segurança de uma coisa que eu não sei? Como é que eu vou me sentir segura se eu não sei o que vai acontecer, se eu não sei se vou estar viva amanhã?
Vou aceitar a incertaza dos fatos e ficar tranquila com isso? Assim? Simples assim?
É verdade que funciona quando eu penso na morte. Desde que comecei a ter medo da morte penso na sua inevitabilidade para me acalmar. Ela é inevitavel. E quando chegar a hora, não vai ter nada que eu possa fazer a respeito. É melhor não entrar em pênico por causa disso.
É claro que eu não quero morrer! Agora não é aminha hora, e o meu desejo é que ela não chegue nunca.
Mas enquanto ela não chega, ainda me restam os questionamentos sobre o que fazer com a vida.
Pensando
Alguém pode me dizer o que fazer?
Uma conversa rotineira com uma colega se soma a um comentário sério do amigo do pai e é isso. Caraminholas sem fim na cabeça. Questionamentos que doem. São sobre o rumo da vida. Por isso dão medo, e doem.
Desperdiçando tempo? Não foi isso que eu pensei, não era isso que eu estava pensando, mas parece que foi isso que ele quiz dizer que eu estou fazendo. "Você ainda está lá?(..) Não se prenda, você é mais complexa que isso."
Eu me sinto segura....lá. É um ponto estável que está lá apesar de tudo. Está lá apesar de tudo.
Está lá, mas me prende a tantas coisas que eu não conhecia. Tenho vários compromissos que antes eu não tinha, que eu achava que nem existiam. E me submeti a eles, para estar lá. Venho me submetendo, me tornando cada vez mais dócil. Será que isso é a morte? Isso que fervilha em mim não pode morrer. Se não, é mesmo a morte.
Estou aqui, e não posso me deixar morrer. É esse o trato.
Se não for assim, terei que ir embroa. Eu já falei.
É preciso impor.
Como é que se faz para impor sem machucar?
Eu amo essa coisinha.
Sentir o seu amor me faz tão bem. Ela não vai me abandonar.
Quanto vale esse preço? Quanto é que custa para não ser abandonado?
Pera, mas e o que eu estou abandonando? O que é que eu estou abandonando? Abandonei andar de patins, mas o que me parece é que já não estava mesmo tão gostoso das últimas vezes. Pela minha lembrança, eu já não era mais tão livre, já não me sentia mais tão livre quando andei de patins pela última vez. Isso não foi ela que matou.
O meu ânimo é que está meio morto. Não tenho mais vontade de sair nem de encontrar os amigos. O que acontece? Por que é que me sinto assim?
Tudo parece tão cansativo... E a distância. A distância parece que não me deixa mais chegar perto deles, ela vai me tirando isso de mim. Não posso deixar isso acontecer. Do mesmo jeito que eles são importantes pra mim, também devo ser importantes pra eles. Isso deve magoá-los. Eu não quero magoá-los.
Tenho saudades de hábitos passados. Mas não foi só a minha vida que mudou, todas as vidas mudaram. As nossas rotinas se separaram. A partir do momento em que tiveram liberdade, começaram a se separar. É impossível evitar, cada uma foi ser a si mesma. É claro, no entanto, que essa separação sempre pode ter seus pontos de confluência. Isso acontece. Acontece comigo, acontece com todos.
Vou chamar a saudade e perder a vergonha de amar. É isso que eu tenho que fazer.
Escrevi de novo.
É ao mesmo tempo uma coisa que eu queria fazer e uma coisa que me preocupa. Eu nunca escrevo quando estou bem.
Que chatiação! Que agonia! Parece que nunca neguei problemas tão bem!
Eu não quero negar problemas!!! Quero saber cadê os problemas!
Quero saber o que fazer, o que fazer com a minha vida.
Como é que faz para saber?
Eu não quero ficar velha e me arrepender da vida que eu vivi. eu quero ter vivido uma vida boa e que me fez (faz) feliz.
É preciso ter paciência. É esse o segredo?... Ter fé? O que é que tem que ter? Segurança? Segurança é foda. Como é que eu vou ter segurança de uma coisa que eu não sei? Como é que eu vou me sentir segura se eu não sei o que vai acontecer, se eu não sei se vou estar viva amanhã?
Vou aceitar a incertaza dos fatos e ficar tranquila com isso? Assim? Simples assim?
É verdade que funciona quando eu penso na morte. Desde que comecei a ter medo da morte penso na sua inevitabilidade para me acalmar. Ela é inevitavel. E quando chegar a hora, não vai ter nada que eu possa fazer a respeito. É melhor não entrar em pênico por causa disso.
É claro que eu não quero morrer! Agora não é aminha hora, e o meu desejo é que ela não chegue nunca.
Mas enquanto ela não chega, ainda me restam os questionamentos sobre o que fazer com a vida.
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